A transformação digital mudou a forma como as pessoas trabalham, na medida em que passou a oferecer muito mais recursos e mobilidade. Por sua vez, com mais ferramentas conectadas à rede Wi-Fi corporativa, aumentam as portas de entrada para eventuais malwares e, também, a preocupação com a segurança.

Assim sendo, cabe aos gestores criarem estratégias de proteção da rede Wi-Fi, incluindo mudanças na cultura organizacional e adoção de ferramentas que aumentem as camadas de segurança.

Neste post, trazemos 4 dicas práticas para que você comece desde já a reforçar a segurança digital da sua empresa. Confira!

1. Crie uma boa política de gestão de senhas

Na correria do dia a dia, os profissionais sempre buscam maneiras de agilizar sua rotina. Muitas delas são bem-vindas e não trazem risco. O problema é que, muitas vezes, esses colaboradores acreditam que utilizando uma senha fácil e repetida em vários logins estarão agilizando seu dia a dia. Eles não levam em conta o alto risco que essa prática traz tanto para seus dados pessoais quanto para os dados corporativos.

Por isso, é importante que a empresa tenha uma boa política de senhas, com algoritmos que exijam que os profissionais criem senhas complexas e as troquem periodicamente. A senha de entrada para a rede Wi-Fi corporativa deve seguir o mesmo padrão de segurança, se possível com a implementação de senhas individuais para o acesso.

Por exemplo, o sistema pode enviar notificações a cada 3 meses exigindo que o profissional troque a senha e que essa senha tenha alguns requisitos obrigatórios, como letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais.

2. Adote mecanismos de criptografia

A criptografia mudou o paradigma da segurança digital, permitindo até a criação de uma moeda digital inviolável. O processo consiste na transformação de dados decifráveis em informações ininteligíveis, formado por uma chave de segurança e um algoritmo.

O foco é mascarar os dados e torná-los confidenciais, dificultando o rastreamento de pessoas que não tenham a chave que decodifica essas informações. A criptografia cria uma nova camada de segurança impedindo que os criminosos virtuais consigam quebrar com facilidade a senha por força bruta e aplique ataques, como o ransomware.

3. Crie uma política de acesso

Como falamos no início do texto, a mobilidade e o conceito de BYOD — Bring Your Own Device ou, em português, “Traga seu Próprio Dispositivo” — aumentou o número de dispositivos conectados à rede Wi-Fi corporativa.

Nesse cenário, uma boa política de acesso se torna essencial para delimitar até onde cada colaborador pode ir e os dispositivos que têm permissão para se conectar à rede, além de impedir que os profissionais acessem sites com conteúdos maliciosos e que não contribuem com a produtividade.

4. Estabeleça uma política de segurança

A segurança digital depende de uma mudança de cultura organizacional, o que demanda uma boa política de segurança. Por meio dessa política, os colaboradores podem se conscientizar sobre o que podem e o que não podem fazer em relação ao acesso à rede corporativa. Além disso, ela também engloba a definição das permissões e normas a serem seguidas, as condutas que devem ser obedecidas e o que poderá ser automatizado para criar a obrigatoriedade de processos.

Como vimos neste post, a segurança da rede Wi-Fi corporativa passa por uma série de mudanças bem definidas de estrutura e de cultura. Para as médias e pequenas empresas, que não têm orçamento para investir pesado, a terceirização do TI pode ser a solução para atuar com mais segurança, gastar menos e ter mais liberdade para focar no core business.

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