A administração de uma empresa hoje passa obrigatoriamente pela necessidade de gerenciar bem a TI. Afinal, com a modernidade, as soluções tecnológicas se tornaram essenciais para o dia a dia das companhias. Por isso, é fundamental ter uma visão do que ocorre no setor para evitar ao máximo ter problemas e garantir o melhor apoio às outras áreas.

Uma das estratégias-chave para reduzir custos, otimizar a segurança e eliminar as dores de cabeça constantes é a gestão de ativos de TI. Esse controle favorece uma análise completa dos equipamentos utilizados e de informações importantes associadas a eles, de modo que a organização consiga otimizar suas operações e evitar gargalos produtivos.

Para continuar entendendo o assunto e colocar em prática em sua organização, acompanhe o resto do artigo.

O que é gestão de ativos de TI?

É o controle dos equipamentos e bens do setor de TI, com boas práticas para aprimorar o uso. Permite uma visão completa dos ativos para gerar maior transparência e permitir uma organização maior. A partir disso, a empresa garante maior produtividade e menos desafios para solucionar no seu dia a dia.

Uma das grandes partes da gestão de ativos é o inventário. Essa prática consiste em mapear o uso dos equipamentos e listá-los em um registro organizado para gerar conhecimento e evitar conflitos. Ou seja, esse gerenciamento reúne dados sobre os ativos, o ciclo de vida deles, quem usa cada ativo, qual a finalidade de uso, bem como questões como contratos e licenças.

Com o setor de TI crescendo e se tornando mais importante nas empresas atualmente, faz-se necessário uma gestão desse tipo. Afinal, com o crescimento do setor, cresceram também os problemas, associados a desperdícios, instabilidades dos sistemas e, sobretudo, falhas de segurança.

Uma boa gestão desses bens é a chave para garantir uma TI robusta e sem grandes dificuldades. Assim, a tecnologia gera valor para os líderes e outros colaboradores da organização.

É importante destacar que os ativos de TI são divididos em categorias. Temos principalmente hardwares, softwares e insumos. Switches, roteadores e computadores são exemplos de hardware, sistemas e aplicativos são softwares, ao passo que insumos são os custos com energia elétrica, refrigeração, espaço físico etc.

Por isso, quanto aos tipos de gerenciamento, temos três também. O SAM cuida dos softwares: o HAM gerencia os hardwares e o ITAM engendra um controle integrado dos dois primeiros.

Por que a gestão de ativos de TI é fundamental?

Neste tópico, vamos demonstrar por que uma gestão de ativos é importante e quais são os impactos para o setor de tecnologia.

Organização e transparência

Um dos primeiros fatores é o aumento da transparência. Uma vez que a empresa conta com relatórios detalhados acerca de seus ativos, é possível obter clareza quanto aos equipamentos utilizados e quanto à forma como são utilizados. Desse modo, a gestão consegue tomar melhores decisões, com uma visão ampla e precisa.

Fica mais fácil gerenciar questões complexas como licenças e contratos, ciclos de vida, versões de software, entre outras.

Segurança

A segurança é certamente outro dos impactos positivos de uma boa gestão de ativos. Ao controlar o ciclo de vida e a necessidade de manutenção e atualização dos equipamentos, a empresa se mantém consistente e protegida diante de ataques e explorações criminosas. Ou seja, é possível eliminar as brechas principais de modo a otimizar a produtividade e evitar grandes problemas com a TI.

A gestão de ativos inclui também uma preocupação com o uso dos softwares certos para a gestão da segurança, como firewall, backups e antivírus. Com a visão desses sistemas como bens gerenciáveis, a empresa consegue otimizar o uso deles e garantir a eficiência das aplicações.

ROI

Desperdícios no uso de software, hardware e insumos são um grande problema para a gestão de TI. O gerenciamento de bens e equipamentos é interessante nesse sentido, pois ajuda a atacar essa questão e a otimizar o retorno sobre o investimento.

Ou seja, a companhia não terá mais sistemas não utilizados ou utilizados para um fim que não é o ideal. Da mesma forma, será possível pensar melhor antes de novas compras para adquirir exatamente o que vai trazer um impacto positivo.

Antecipação de problemas

A gestão de ativos contribui para uma visão proativa que previne instabilidades internamente.

Em vez de agir somente quando os problemas surgem, a empresa garante um controle global dos seus bens para evitar que eles apresentem falhas nos momentos cruciais. Assim, há maior previsibilidade de gastos e ações, bem como consistência e estabilidade produtiva.

Com uma rotina de atualizações e manutenções que considera o ciclo de vida e o uso, é possível obter sempre os melhores resultados de um ativo. Isso representa também extrair o melhor ROI.

Quais são as boas práticas para gestão de ativos em TI?

Agora, vamos examinar algumas boas práticas que devem ser consideradas na gestão de ativos.

Realizar inventários

Como falamos, o inventário é uma parte essencial da gestão dos ativos. Constitui uma organização dos bens em relatórios, com informações sobre o uso, o ciclo de vida, o tipo, o status, o fornecedor, o tipo de uso, a finalidade etc.

A partir desse mapeamento, a empresa certamente encontrará ativos desnecessários ou ativos que não estão sendo devidamente aproveitados. Então, é viável tomar uma decisão para garantir a eficiência e a redução de custos, em busca de uma gestão financeira saudável.

Integrar informações

Como estamos falando de um registro de dados, é importante que haja integração deles para facilitar o acesso. Então, o ideal é buscar soluções que ajudam a concentrar essas informações e evitem perdas de dados, problemas de duplicação e outros erros.

Automatizar processos

O controle dos ciclos de vida, das atualizações, das manutenções e de outras questões pode ser otimizado com a automação. Alertas sobre datas podem ser configurados, por exemplo.

Ao empregar essa estratégia, a gestão assegura menos erros e menos sobrecarga sobre a equipe interna. Da mesma forma, é possível garantir uma precisão maior para melhorar a proatividade e combater instabilidades e falhas de segurança.

A gestão de ativos de TI é uma necessária forma de organização que gera impactos positivos para as empresas. Ao coordenar os ativos de tecnologia, a companhia evita erros e garante o melhor uso possível para que a TI gere real valor para outras áreas. Desse modo, ocorrem menos problemas e a produtividade aumenta.

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